Dez e Meia na Famecos

July 2, 2009

Seguindo a mesma linha do programa de rádio, que se chamava Oito e Meia na Famecos, o programa de televisão do nosso grupo foi batizado como Dez e Meia na Famecos.

Como sempre, nosso grupo meio desorganizado e atrapalhado demorou pra conseguir um entrevistado. Depois de uma tarde inteira andando pela PUC e várias respostas negativas, tivemos a idéia de convidar um jovem multiuso chamado Carlos Augusto Pessoa de Brum. Apesar da pouca idade, só 22 anos, ele se mostrou um ótimo entrevistado.

Na primeira parte do programa, então, nós entrevistamos o Carlos. Fizemos perguntas mais relacionadas à leitura, apesar de termos várias outras coisas pra perguntar, já que o rapaz escreve e ilustra livros, é técnico e fundador do primeiro time de futebol americano do Estado, dono de uma editora, estudante de filosofia da UFRGS e ainda arranja tempo pra ler 20 livros ao mesmo tempo.

Eu estava um pouco nervosa antes do programa, mas relaxei um pouco na hora. O entrevistado também ajudou bastante, não foi monossilábico, o que não gerou pânico em mim, na Julia e na Joana, que estavamos nessa parte do programa. Na verdade, o maior desafio nessa etapa foi me controlar pra não ficar girando na cadeira, mas, óbvio, que em um momento de distração eu acabei dando uma giradinha.

A outra parte do programa foi o debate, que teve como tem a questão de livros digitais e livros normais, palpáveis. Aproveitamos, então, a última pergunta da entrevista para fazer um “gancho” pro outro bloco. Os colegas também se saíram muito bem nessa parte, enquanto nós ficavamos controlando a câmera nos bastidores. Ok, eu não controlei a câmera, fiquei vendo só. Hehe.

Gostei muito mesmo dessa experiência, achei mais divertido que o programa de rádio. No início eu pensei que ia ser muito mais difícil, até porque eu tive um PÉSSIMO desempenho naquele primeiro trabalho com uma câmera me filmando, mas o clima de descontração contribuiu pra eu me sentir mais segura. Quem sabe eu mudo de idéia e escolho a tv pra trabalhar? Hehe. Ok, acho difícil. Meu próximo desafio é controlar a cor do meu rosto durante as apresentação, porque vai do vermelho claro até o roxo.

Fernanda Keller

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