Aprendendo com a vida.
June 26, 2009
Mais uma importante pérola de aprendizado foi absorvida e registrada neste dia nublado de fins de junho:
em uma matéria prevista pra ser publicada três meses depois de ser escrita,
pensem duas vezes antes de escolher como assunto um ser humano vivo
porque ele pode morrer antes.
…tá, não era pra sair tão mórbido assim, o que importa é que eu e a Fernanda temos uma matéria pronta pra ser impressa sobre os grandes shows que o astro Michael Jackson farIA no próximo mês e… né.
Julia Ramos
TV Interativa
June 17, 2009
Está perto do fim da televisão que todos nós conhecemos. Em aproximadamente 3 anos, estaremos entrando na era da “TV 2.0″. Nela, a pessoa poderá interromper a programação e, mais tarde, voltar para o mesmo ponto onde parou, além de ter uma imagem em alta definição.
Outros benefícios virão com a chegada da IPTV, que seria uma televisão via internet. Com essa teconolgia, os programas escolhidos chegarão por uma conexão de banda larga e a pessoa poderá escolher se quer assistí-los no computador ou na TV. Além disso, haverá muito mais interatividade: o telespectador conseguirá fazer várias coisas em uma tela só, assim como nós fazemos quando usamos o computador.
Ainda existem alguns problemas para a implantação dessa tecnologia IPTV, como a pouca capacidade para tráfego de dados na rede, algo extremamente necessário. No Brasil a empresa Brasil Telecom está fazendo testes para melhorar a velocidade da banda larga e implantar esse sistema no país. Levará algum tempo, mas, com certeza, todos esperarão ansiosamente essa revolução digital.
Fernanda Keller
No ar, Oito e Meia na Famecos.
June 3, 2009
É, o nome era ridículo, mas foi o que deu pra pensar.
Das nossas experiências jornalísticas nesse primeiro semestre da faculdade, até agora, com certeza passar 20 minutos em um estúdio de rádio foi o melhor. Nenhuma resenha, matéria, entrevista ou redação de jornal foi tão empolgante.
A maior parte do grupo nunca tinha se falado direito até um dia antes do programa. Nos encontramos lá na biblioteca (menos de 24h até entrarmos no ar!) com nossas pautas individuais semi-prontas e muita coisa a decidir.
O que vimos naquela reunião, bem ao contrário do que acontecia nos trabalhos em grupo do colégio, foram seis pessoas MUITO organizadas, com dedicação total, e, ao mesmo tempo, rindo e se dando muito bem!
Aliás, não sei se essa parte do ‘making of’ devia ser revelada aos professores, mas vamos lá: a verdade é que a reunião poderia ter acabado em meia hora se tivéssemos cortado a palhaçada! Mas, no fim, foi bom pra nos ajudar a descontrair na hora do programa. E, apesar do excesso de risos em um trabalho sério de faculdade, tudo que tinha que ser planejado de antemão foi bem sucedido. Nada melhor do que unir diversão com produtividade, certo?
Na manhã seguinte, fomos o primeiro grupo a enfrentar o que poderia ser nossa humilhação pública coletiva e, consequentemente, o fim da nossa carreira que nem começou. Era mais ou menos esse o nível de seriedade e importância que estávamos dando àquele exercício.
Quando o relógio marcou 8h30 na Famecos, meus medos de engasgar, perder a voz, espirrar, ter um bloqueio mental ou tudo isso de uma vez só deram lugar a um único pensamento: “agora foi”. E era só com isso que eu tinha que me preocupar, mesmo. Deixar a conversa fluir e ir na onda, como previsto no dia anterior. Do meu canto da mesa, pareceu correr tudo perfeitamente bem. Ok, quem nos ouvia na outra sala reparou nas folhas que voavam, nos microfones que apanhavam e nas conversas pararelas. Mas pra quem só encontrava o microfone na hora de cantar no karaoke e nunca tinha falado pra mais de cinco pessoas ao mesmo tempo? Ainda assim foi tudo perfeitamente bem. Os 20 minutos, que passaram como se fossem dois, nem foram suficientes pra quantidade de matérias que tínhamos preparado para evitar momentos de vácuo ao vivo.
Agora, que venham as câmeras!
Julia Ramos
Rádio
June 2, 2009
Nossa última atividade foi criar um programa de rádio de vinte minutos e apresentar ao vivo. Medinho, né? Eu fiquei nervosa.
Foi mais fácil que planejar tudo para o jornal. Nós montamos os grupos e nos reunimos um dia de tarde pra escolhermos os assuntos e decidirmos qual seria o estilo do programa. As notícias foram fáceis de escolher, pegamos as mais recentes e importantes, dando preferência para as que podiam ser comentadas depois.
Na hora deu tudo certo, a nossa âncora experiênte, Joana, soube conduzir o programa. Fizemos tudo de maneira mais informal, tendo a possibilidade de comentar as notícias e até mesmo fazer piadinhas sobre futebol. Aconteceram alguns problemas, mas nada muito grave. Os principais erros foram alguns ruídos que nós fizemos sem querer enquanto mexiamos nos papéis e a diferença no tom de voz de cada participante, alguns falavam alto demais e outros muito baixo.
Conseguimos nos divertir bastante durante a reunião e o programa. No final das contas, o clima informal ajudou para espantar o nervosismo e tudo deu certo.
Fernanda Keller
Laboratório de Jornalismo – Parte I
June 2, 2009
O primeiro passo da elaboração do jornal foi escolher uma editoria e, pra mim, foi fácil. Sempre quis trabalhar na área cultural, então não tive dúvidas da hora da escolha. O maior desafio, até então, era rezar para o Fabian deixar oito pessoas fazerem a editoria sobre cultura, mas ele acabou cedendo.
Após esse momento de agitação da turma, cada editoria se reuniu para discutir a pauta. Bom, novamente, não tive dúvidas. Escolhi o assunto mais adorado por mim: música. Como não tinha espaço suficiente para oito pessoas escreverem textos individuais, tivemos que nos reunir em duplas. Antes que eu pudesse ficar nervosa com a idéia de ter que escrever em conjunto, a Julia manifestou interesse em fazer comigo. Isso me tranquilizou porque eu conheço ela, sei que não ia ter alguém querendo mandar o tempo todo ou surtando do meu lado na hora de escrever.
A terceira etapa foi procurar as notícias recentes sobre música. O detalhe é que não podíamos escolher algo com uma data exata, pois o jornal só sairia em junho. Outro ponto importante é que não poderiamos privilegiar o nosso gosto musical bizarro na hora de selecionar as notícias, combinamos, então, escolher notícias realmente importantes, sobre bandas ou cantores que são extremamente conhecidos. Eis que surge na tela do computador algo sobre o Michael Jackson.
A notícia parecia importante, falava de uns shows que o Michael preparava e que aconteceriam em Londres. Parece algo sério, não é? o Michael Jackson é conhecido mundialmente, correto? Ele revolucionou um estilo de música, não é? Ele é conhecido como Rei do Pop, certo? Então, não poderia haver notícia melhor do que o retorno da super estrela do Pop aos palcos!
Com o assunto definido, a partir de agora era só filtrar o que liamos e separar notícias concretas de boatos. Pareceu ser uma tarefa simples, ou parece plausível uma nota dizendo que o cantor iria surgir no palco montado em um elefante e com vários pássaros exóticos voando em volta? Ok, ele é o Michael Jackson, um cara excêntrico, mas isso já é demais, não?
Não demoramos muito para encontrar notícias confiáveis sobre a apresentação do astro e pensamos que a maior dificuldade já havia sido ultrapassada. Doce ilusão, logo percebemos que seria praticamente impossível achar uma fotografia autorizada do senhor Jackson. Depois de muito esforço, de ver todos sos sites possíveis e revirar o site oficial descobrimos que Michael Jackson é neurótico e não autoriza fotos hehe. Ok, falando sério, a gente não achou foto dele e tivemos que pedir pro Fabian olhar nos arquivos que o pessoal da Famecos tem. Até agora a gente não sabe se eles conseguiram a maldita foto, mas confiamos neles.
Agora é só esperar o jornal sair e ver o resultado.
Fernanda Keller